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Consultoria operacional para PMEs portuguesas

Menos ruído na operação. Mais clareza para decidir.

Ajudamos donos de PMEs a perceber onde o trabalho se perde, simplificar processos e aplicar melhorias práticas. Sem pacotes fechados. Sem vender tecnologia antes de existir um problema claro.

PortugalFoco em PMEs portuguesas
Entrada pequenaComeçar por um processo
Sem promessas vaziasNúmeros só depois de diagnóstico
Fundadores diretosSem camadas comerciais

O desperdício operacional raramente aparece como urgência. Vai ficando normal.

Uma equipa habitua-se a procurar ficheiros, repetir mensagens, depender sempre da mesma pessoa ou corrigir erros no fim. O custo aparece em tempo, energia, margem de erro e decisões adiadas.

A TELIVAN nasceu desta ideia: muitos problemas de gestão não precisam primeiro de mais ferramentas. Precisam de ser vistos com calma, por fora da rotina.

Sinal 01

O dono da empresa continua a ser o sistema.

Quando tudo depende da mesma pessoa, a operação pode parecer controlada e estar, na prática, presa.

Sinal 02

Há ferramentas, mas não há método.

Software sem processo só muda a confusão de sítio.

Sinal 03

A equipa compensa com esforço.

Quando o fluxo está mal desenhado, o trabalho extra parece dedicação. Muitas vezes é desperdício.

Em dois minutos percebe se vale a pena olhar para a operação.

Assinale o que acontece com frequência. Isto não substitui uma conversa, mas ajuda a passar do “isto está pesado” para exemplos concretos.

Autoavaliação

Se marcar três ou mais pontos, pode haver trabalho invisível a consumir tempo.

O resultado fica só no seu browser. Não recolhemos estes dados.

Nenhum ponto assinalado.

Comece por escolher os sinais que reconhece na empresa.

Primeiro percebemos a operação real. A solução vem depois.

O primeiro trabalho não é vender uma transformação. É escolher uma parte da empresa, observar com rigor e perceber o que pode melhorar sem complicar mais o dia a dia.

01

Conversa inicial

Percebemos a empresa, quem decide e onde a operação começa a pesar.

02

Escolha de um foco

Escolhemos uma área pequena o suficiente para ser entendida e útil o suficiente para justificar ação.

03

Mapeamento no terreno

Documentamos o fluxo como ele é: passos, exceções, dependências, pontos de espera e decisões invisíveis.

04

Prioridades práticas

Entregamos recomendações claras: o que remover, o que organizar, o que documentar e o que melhorar primeiro.

05

Apoio à implementação

Ajudamos a transformar a análise em mudança real: rotinas, documentação, fluxos simples e automação apenas quando fizer sentido.

Não vendemos tecnologia. Vendemos eficiência. A tecnologia só entra quando resolve um problema concreto.

Começar pequeno é uma decisão de gestão, não falta de ambição.

A entrada recomendada é um diagnóstico focado. Ajuda a empresa a perceber rapidamente se existe valor antes de avançar para algo maior.

Diagnóstico operacional

Para encontrar o ponto que está a travar a operação.

  • Mapeamento de um processo concreto.
  • Identificação de repetições, esperas e dependências.
  • Relatório curto com prioridades práticas.
Melhoria acompanhada

Para transformar a análise em mudança real.

  • Documentação de rotinas críticas.
  • Redesenho de fluxos simples.
  • Automação apenas quando o processo já está claro.
Âmbito típico

Um processo, uma equipa ou uma área operacional específica.

Tempo estimado

Primeiro diagnóstico em 5 a 10 dias úteis, dependendo da disponibilidade e complexidade.

Investimento

Definido após a primeira conversa. O objetivo é começar com um projeto pequeno e claramente limitado.

Faz sentido se
  • Há trabalho repetido que ninguém tem tempo de resolver.
  • A empresa depende demasiado de memória, mensagens ou improviso.
  • Quer melhorar antes de comprar mais uma ferramenta.
Não faz sentido se
  • Procura uma promessa de resultado financeiro sem diagnóstico.
  • Quer implementar tecnologia sem rever o processo.
  • Precisa apenas de produção técnica isolada, sem olhar operacional.

Antes de propor uma solução, é preciso perceber bem o problema.

Exemplo ilustrativo

Pedidos, mensagens e informação espalhada.

Numa PME com equipa pequena, o problema raramente aparece como “processo”. Aparece como mensagens perdidas, folhas soltas, decisões que só uma pessoa sabe tomar e tempo gasto a confirmar o óbvio.

  • Que passos se repetem sem necessidade?
  • Que informação está sempre a ser pedida outra vez?
  • Que decisão podia estar documentada?
  • Que ferramenta já existe mas está mal encaixada?

Este exemplo não é apresentado como caso de cliente. Serve apenas para mostrar o tipo de pergunta que fazemos no início.

A compra é feita à empresa. A confiança é criada pelas pessoas.

Na TELIVAN, a primeira conversa é feita diretamente com os fundadores. Sem camadas comerciais, sem apresentação inflacionada.

Miguel Prudêncio, Co-Founder da TELIVAN
Co-Founder

Miguel Prudêncio

Conduz as primeiras conversas com empresas, transforma sinais do dia a dia em perguntas claras e ajuda a perceber onde vale a pena olhar primeiro. O seu foco está na relação com pessoas, no diagnóstico operacional e numa abordagem comercial honesta.

Martim Lopes, Co-Founder da TELIVAN
Co-Founder

Martim Lopes

Apoia a evolução estratégica da TELIVAN, a leitura crítica das oportunidades e a validação comercial do projeto. Participa na tomada de decisão e no desenvolvimento da abordagem a empresas.

Perguntas frequentes.

Isto é uma agência de IA?

Não. A TELIVAN é uma consultoria operacional. Podemos usar automação, documentos, sistemas simples ou ferramentas digitais quando isso ajuda, mas a primeira pergunta nunca é “que tecnologia vamos usar?”. É “onde é que o trabalho está a perder tempo, informação ou clareza?”.

Trabalham só com empresas grandes?

Não. A TELIVAN foi pensada para PMEs portuguesas, sobretudo negócios onde a equipa já trabalha muito, mas os processos ficaram para trás. Pode ser uma empresa pequena, desde que exista abertura para olhar para a operação com honestidade.

É preciso saber exatamente o problema antes de falar convosco?

Não. Muitas vezes o dono da empresa sente apenas que há atrasos, retrabalho ou dependência excessiva de certas pessoas. A primeira conversa serve precisamente para transformar essa sensação em exemplos concretos e decidir se vale a pena analisar algum processo.

Prometem resultados financeiros?

Não prometemos números antes de perceber a realidade. Sem ver o processo, qualquer promessa seria conversa de venda. O compromisso é identificar desperdício, propor melhorias realistas e ajudar a implementar apenas o que fizer sentido.

Quanto tempo demora um diagnóstico?

Depende do processo escolhido e da facilidade de acesso à informação. Numa primeira entrada focada, a referência inicial é 5 a 10 dias úteis depois de haver contexto suficiente para observar, organizar conclusões e devolver prioridades práticas.

Começamos por uma conversa simples.

Diga-nos onde sente atraso, retrabalho ou confusão. Respondemos por email e, se fizer sentido, marcamos uma primeira chamada.

Não precisa de estar perfeito. Basta explicar onde sente atraso, retrabalho ou confusão.

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